Comunicação Não-Violenta

No mês passado tivemos a primeira turma da Capacitação em Comunicação Gratuita da Édigital, que felicidade. A capacitação foi a distância devido o atual momento, mas isso permitiu que tivéssemos alunos de várias regiões do país, e isso foi muito legal.

Quero agradecer a todos os mentores: a Nicole Santos, Suliany Raucci, Cristiane Machado, Sandra Regina e todos os parceiros: a Resistência Produtora, Lupacom e a ACE-Guarulhos.

E na capacitação eu falei sobre comunicação não-violenta, você sabe o que é e como pode ajudar no seu negócio?

De forma simples e resumida a comunicação não-violenta é estabelecer conversas nas quais todos têm direito a voz e igualdade no tempo de fala, independente se é proprietário, colaborador, fornecedor ou cliente, podendo ser escutado sem julgarmos. E sensibilidade social para perceber o que o outro está sentindo e precisando.

Você deve ter achado simples, mas na prática não é, esse é um dos principais problemas dentro das empresas, independente do tamanho. É muito comum que as pessoas optem pelo silêncio do que expressarem suas opiniões e isso inibe a inovação (assunto que já falamos aqui).

De acordo com uma pesquisa do Instituto Avon e o Papo de Homem, 64% das pessoas afirmam que o principal obstáculo para ter conversas com quem pensa diferente é a agressividade que essas conversas costumam ter. Com isso, 8 em cada 10 pessoas nunca ou quase nunca têm conversas com quem pensa muito diferente.

Esse cenário representa um extremo desafio para as empresas, que têm demandas cada vez mais crescentes por ampliar a colaboração e inovar.

Uma empresa que percebeu como a comunicação e o diálogo podem gerar uma alta performance foi o Google. De 2013 a 2015 a empresa realizou o “projeto Aristóteles”, no qual estudou mais de 180 equipes, realizando 200 entrevistas e analisando cerca de 250 atributos para compreender os fatores que fazem uma equipe ter sucesso.

Um dos elementos foi a segurança psicológica, ou seja, como as pessoas tem abertura e espaço para correr riscos e ser vulneráveis, sem se sentir inseguros ou envergonhados. Ao se debruçar sobre esse elemento, os pesquisadores do Google identificaram dois comportamentos essenciais para criar um espaço de segurança psicológica: COMUNICAÇÃO E EMPATIA.

COMUNICAÇÃO NÃO-VIOLENTA É PRÁTICA. Você não vai mudar sua comunicação da noite pro dia, mas vale a pena experimentar, tanto pra vida pessoal quanto para a profissional.


Lucas Felipe é Diretor Executivo da Agência Édigital e Diretor de Comunicação e Marketing da ACE-Guarulhos.


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